O uso adequado de centrífugas e uma manutenção bem planejada são fundamentais para garantir resultados confiáveis no laboratório, segurança dos operadores e maior vida útil do equipamento. A seguir, são apresentadas boas práticas para a manutenção de centrífugas, abrangendo desde cuidados rotineiros até manutenção preventiva e corretiva.
1. Importância da manutenção adequada
A manutenção correta das centrífugas evita falhas mecânicas, desequilíbrios, contaminações cruzadas e acidentes, como quebras de rotores ou desprendimento de amostras. Além disso, contribui para a conformidade com normas de qualidade e biossegurança, como ISO, GLP e boas práticas de laboratório (BPL).
2. Limpeza e higienização periódica
A limpeza deve ser realizada regularmente, de acordo com a frequência de uso e o tipo de amostra processada.
- Desligar o equipamento da rede elétrica antes de qualquer procedimento.
- Limpar o interior da câmara, o rotor e os adaptadores com pano macio e detergente neutro.
- Evitar produtos abrasivos ou solventes agressivos que possam danificar superfícies, vedações ou componentes plásticos.
- Em casos de derramamento de amostras biológicas ou químicas, realizar a descontaminação conforme os protocolos de biossegurança do laboratório.
3. Inspeção de rotores e acessórios
Os rotores são componentes críticos e devem ser inspecionados com frequência.
- Verificar a presença de trincas, corrosão, deformações ou desgaste.
- Conferir se os adaptadores e caçapas estão corretamente encaixados e balanceados.
- Nunca utilizar rotores com sinais de dano, mesmo que aparentem funcionar normalmente.
- Respeitar a vida útil e o número máximo de ciclos definidos pelo fabricante.
4. Balanceamento correto das amostras
O balanceamento inadequado é uma das principais causas de danos em centrífugas.
- Garantir que os tubos estejam com volumes equivalentes e posicionados simetricamente.
- Utilizar tubos e recipientes compatíveis com o rotor e com a rotação aplicada.
- Não improvisar contrapesos; usar apenas acessórios apropriados.
5. Manutenção preventiva programada
A manutenção preventiva deve ser realizada por técnicos qualificados, seguindo as recomendações do fabricante.
- Verificação de rolamentos, motor, sistema de freio e sensores.
- Calibração de velocidade (RPM/RCF), tempo e temperatura, quando aplicável.
- Registro das manutenções em histórico próprio do equipamento.
Esse tipo de manutenção reduz paradas inesperadas e custos com reparos emergenciais.
6. Treinamento dos usuários
Operadores bem treinados são parte essencial da conservação do equipamento.
- Garantir que todos os usuários conheçam o manual da centrífuga.
- Reforçar limites de carga, velocidade máxima e tipos de amostras permitidas.
- Orientar sobre procedimentos corretos em caso de ruídos anormais, vibração excessiva ou mensagens de erro.
7. Armazenamento e condições ambientais
O ambiente também influencia o desempenho da centrífuga.
- Instalar o equipamento em superfície nivelada e estável.
- Evitar locais com excesso de poeira, umidade ou variações extremas de temperatura.
- Manter ventilação adequada para evitar superaquecimento.
Conclusão
A adoção de boas práticas de manutenção de centrífugas é essencial para a segurança, confiabilidade dos resultados laboratoriais e longevidade do equipamento. Limpeza regular, inspeções frequentes, manutenção preventiva e treinamento adequado dos usuários formam um conjunto de ações que minimizam riscos e maximizam o desempenho do laboratório. Investir em manutenção é uma estratégia inteligente de gestão e qualidade.
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